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Sudeste ainda é a região mais cara para construir: R$ 760,46 por metro quadrado
05/02/2010

Moradores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (5), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 760,46, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 719,37 no primeiro mês do ano.

Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 720,16; Sul, com metro quadrado a R$ 704,60; e Centro-Oeste, com R$ 687,80. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 676,40.

Altas
A região Nordeste foi a que apresentou maior alta em relação a dezembro. No mês passado, os moradores da região gastaram com a construção 0,77% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Norte também sentiram a alta dos custos que, em novembro, variaram 0,64% na localidade.

Moradores do Sudeste e do Sul sentiram os menores aumentos nos preços na hora de construir, de 0,21% e 0,30%, respectivamente - ficando abaixo da média nacional, que ficou em 0,42%. Já os moradores do Centro-Oeste sentiram alta de 0,46% em janeiro.

Por estado
Analisando os dados por estado, dois ultrapassaram a barreira do 1% de alta. Piauí apresentou a maior variação do mês, com acréscimo de 4,89% nos custos, seguido por Amapá, que registrou 3,3% de variação entre dezembro e janeiro. A menor variação ficou com Pernambuco, onde houve alta de apenas 0,09%.

No acumulado de doze meses, o estado do Acre foi destaque, visto que registrou a maior alta, de 9,61%, nos custos do metro quadrado de construção, seguido pelo Piauí, onde a alta foi de 8,73%.

No mês passado, o estado com o metro quadrado mais caro foi Roraima. Para se construir lá foi preciso desembolsar R$ 814,85. No mesmo mês, o valor médio no Espírito Santo foi o menor: R$ 641,65.

Índice
O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais, que ficaram 0,31% mais caros em janeiro, e da mão-de-obra, que, por sua vez, apresentou alta de 0,58% no período analisado.

Fonte: Infomoney

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