Corretor de Imóveis: as ferramentas de trabalho ontem e hoje

17 de Maio de 2017

Por Assessoria de Imprensa CRECI-SC

 

O mercado de trabalho no Brasil tem passado por mudanças, e com o Mercado Imobiliário não é diferente. Talvez por ser um dos segmentos mais frenéticos, é o que tem se mostrado mais receptivo às alterações e aos recursos tecnológicos. Aplicativos e equipamentos são tendências cada vez mais comuns que fazem parte do dia a dia do Corretor de Imóveis que procura maximizar seu tempo, oferecendo ao mesmo tempo o melhor ao seu cliente.

Mas nem sempre foi assim. Quando iniciou na profissão, na década de 70, o Corretor de Imóvel e responsável por uma das imobiliárias mais antigas de Florianópolis, Irineu Celso Ludvig, enfrentou muitas dificuldades. Ele lembra que em 1972 não era comum que os clientes procurassem as imobiliárias e também não existiam plantões de vendas nos empreendimentos, então era o Corretor de Imóveis que tinha que ir à caça.

“Uma semana por mês eu escolhia um bairro, depois realizava visitas as principais ruas à procura de imóveis a venda e então conversava com os proprietários. As únicas ferramentas disponíveis nessa época eram as placas que colocávamos nos imóveis, os anúncios de jornais e o telefone fixo”, recorda.

Em uma outra lembrança, Irineu relata as dificuldades enfrentada na época quando precisava elaborar um contrato, pois não existia o computador e nem o xerox. “Utilizava a famosa máquina de escrever Olivette ‘Alinea 98’, com 03 (três) folhas de papel almaço sem linha e com papel carbono e o mais difícil era quando errava alguma letra, que tínhamos de retirar todo o papel e apagar com o lápis borracha; isto tudo sem considerar que tínhamos de datilografar individualmente cada contrato” recorda com saudades.ES!

Para Irineu Celso Ludvig, a internet foi a maior novidade que surgiu nesses últimos anos. Por causa disso, atualmente sua rotina é bem diferente da que mantinha há mais 40 anos. Hoje ele possui maior interação com seus clientes e prospecta novos vendedores e compradores com o auxílio de ferramentas como o Whatsapp, Facebook, Twitter e Linkedin, que o auxiliam no encaminhamento de materiais publicitários de imóveis e lançamentos.

Irineu destaca que outra importante mudança foi em relação aos plantões de vendas. “A transformação das estruturas nos plantões de vendas de empreendimentos e nos escritórios foi incrível, hoje além da internet, os plantões contem com maquetes físicas e digitais, como ferramenta para apresentar com realismo os projetos prediais e residenciais” afirma.

As transformações tecnológicas já estão inseridas no cotidiano do Corretor de Imóveis, e para sobreviver nesse mercado Irineu destaca que é necessário adaptar-se às mudanças, seja aliando-se a profissionais de outras áreas ou adquirindo conhecimentos.  Mas para ele uma coisa não mudou nesses anos todos: a vontade e a capacidade do Corretor em buscar conhecimento.

“Hoje os clientes estão mais exigentes e procuram qualidade nos produtos e serviços, por isso acredito ser fundamental para a sobrevivência profissional de cada um de nós, Corretores de Imóveis, participarmos de cursos, palestras, treinamentos e demais oportunidades para adquirirmos conhecimento e capacitação, cujas  ferramentas  nos oferecerão vantagens e nos diferenciarão dos demais”, conclui.

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