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Florianópolis lidera o mercado imobiliário do Sul no 1º trimestre de 2025 e confirma a força do setor em Santa Catarina

24 de Julho de 2025

O desempenho do mercado imobiliário catarinense segue em alta e reafirma a força de Santa Catarina no cenário nacional. Segundo dados da Consultoria Brain, apresentados durante evento da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Florianópolis foi a capital com o melhor resultado do Sul do Brasil no primeiro trimestre de 2025.

Entre janeiro e março, foram 1.942 imóveis vendidos na capital, o que representa um crescimento expressivo de 97% em relação ao mesmo período de 2024. Já o Valor Geral de Vendas (VGV) também apresentou avanço: R$ 1,6 bilhão, aumento de 67,2% na comparação trimestral.

Outro dado que reforça esse cenário é o crescimento nos lançamentos. Ao todo, 1.637 novas unidades foram lançadas em Florianópolis nos três primeiros meses do ano — um salto de 36,3% em relação ao ano anterior, com faturamento de R$ 1,2 bilhão.

Esses números mantêm a capital catarinense na liderança do mercado imobiliário da região Sul, impulsionando também os resultados estaduais.

Santa Catarina lidera lançamentos e vendas na região Sul

O bom momento da capital reflete uma tendência estadual. Entre março de 2024 e março de 2025, Santa Catarina concentrou 65% de todo o VGV da região Sul, com R$ 55,5 bilhões em lançamentos. No primeiro trimestre de 2025, o estado respondeu por 73,5% do VGV total da região, com R$ 14,8 bilhões em lançamentos.

Nas vendas, os números são igualmente relevantes: 47,8% dos imóveis comercializados no Sul estavam em Santa Catarina, movimentando 63,8% do valor total transacionado, o equivalente a R$ 54 bilhões. O Paraná ficou com 29,7% das vendas e o Rio Grande do Sul com 23,3%.

Corretores atentos às mudanças na demanda

O levantamento também traz insights importantes sobre o comportamento do mercado. Unidades compactas, como studios, já representam 35% do estoque disponível em Florianópolis — cerca de 5 mil imóveis. Por outro lado, há uma baixa oferta de imóveis econômicos, abaixo de R$ 350 mil, o que cria um desafio para atender à demanda da população de menor renda.

Segundo especialistas, muitos compradores têm investido em imóveis com o objetivo de alugá-los, o que reforça a importância de o corretor de imóveis compreender os novos perfis de compra e adaptar suas estratégias de atendimento e captação.

Esses dados reforçam o protagonismo do corretor de imóveis diante de um mercado dinâmico e em expansão. Em um estado como Santa Catarina, com forte valorização imobiliária e demandas cada vez mais segmentadas, o papel do profissional é essencial para interpretar tendências, orientar decisões e garantir segurança nas transações.

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