Corretor de Imóveis precisa driblar dificuldades no financiamento

Por Assessoria de Comunicação CRECI-SC

21 de Junho de 2016

Uma conjunção de fatores tem feito com que os bancos, principalmente a Caixa Econômica Federal, que é a líder no financiamento de imóveis, reduzam a oferta de crédito imobiliário. Segundo dados da ABECIP (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), no acumulado de 12 meses encerrado no último abril, houve uma queda de 49,3% no volume de recursos em comparação com o ano anterior.

As explicações vão desde a redução do volume de investimentos na poupança, que sofreu uma queda de R$ 6,6 bilhões nas aplicações só em maio deste ano, à elevada taxa de juros aplicada pelo Banco Central, que atualmente está em 14,15% ao ano. O SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) é a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário. Além disso, temos convivido com o alto custo do crédito para empréstimos, o que deixa os possíveis compradores ainda mais temerosos em relação a investir num imóvel.

Enquanto as aplicações na poupança não voltam a crescer, a solução é buscar alternativas para oferecer aos clientes. Como muitas linhas de crédito diminuíram o valor total que pode ser financiado de 80% para 70% do imóvel, uma das opções que as construtoras estão apresentando é o financiamento direto com elas dessa diferença de 10%. Além disso, o Corretor de Imóveis pode orientar o cliente para que procure dar uma entrada maior e reduzir assim o valor total a ser financiado.

A perspectiva é que exista uma retomada a partir do momento em que baixarem as taxas de juros e a economia estiver estabilizada a ponto de fazer com que as pessoas voltem a aplicar na poupança. 

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