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Saiba como a verticalização em cidades médias está redesenhando o mercado imobiliário catarinense

22 de Junho de 2025

O mercado imobiliário brasileiro vive uma transformação estratégica e silenciosa: o avanço da verticalização em cidades médias, fora dos grandes centros urbanos. Esse fenômeno, antes pontual, ganha força à medida que municípios com boa infraestrutura, economia diversificada e localização privilegiada se consolidam como polos atrativos para empreendimentos verticais. Os dados do Censo 2022 do IBGE confirmam essa tendência.

A mudança é impulsionada por diversos fatores. A saturação das capitais, o alto custo dos terrenos e a evolução tecnológica no setor da construção tornaram os centros urbanos de médio porte opções viáveis e rentáveis. Ao mesmo tempo, o comportamento do consumidor também mudou: a busca por qualidade de vida, segurança, mobilidade e proximidade com o trabalho impulsiona o interesse por imóveis bem localizados — ainda que fora das metrópoles.

Destaques catarinenses no processo de verticalização

Balneário Camboriú (57,22%), São José (41,05%) e Itapema (38,76%) lideram o ranking catarinense de cidades com maior proporção de moradores vivendo em apartamentos — superando, inclusive, a capital Florianópolis (38,64%). Esses números refletem um cenário de forte verticalização e valorização imobiliária. Na sequência, destacam-se municípios como Jaraguá do Sul (28,08%), Criciúma (27,88%), Palhoça (27,72%), Blumenau (27,52%), Itajaí (26,54%) e Chapecó (25,19%), que também apresentam percentuais expressivos de verticalização e vêm atraindo crescentes investimentos no setor. Além disso, cidades como Navegantes, Tijucas e Barra Velha demonstram grande potencial de crescimento urbano vertical, com expansão de infraestrutura e aumento na demanda por empreendimentos residenciais.

Essas localidades contam com universidades, polos industriais, boa oferta de saúde, lazer e educação, além de um público comprador qualificado, exigente e atento às tendências do mercado. Para os corretores de imóveis, esse movimento representa uma oportunidade estratégica. Estar atento às transformações do setor, compreender os novos perfis de clientes e saber apresentar produtos adaptados às realidades locais são diferenciais que elevam a atuação profissional.

Além disso, o avanço da verticalização em cidades médias demanda uma atuação mais consultiva e especializada. É fundamental entender que empreendimentos nesses contextos não devem replicar modelos metropolitanos, mas sim incorporar elementos alinhados aos desejos da nova geração de compradores — como lazer, conectividade, sustentabilidade e design inteligente.

O corretor de imóveis como protagonista dessa transformação

Neste cenário de expansão para além das capitais, o corretor de imóveis se torna peça-chave na mediação entre empreendimentos inovadores e consumidores em busca de novas experiências residenciais. Capacitação constante, leitura de mercado e atualização profissional são ferramentas indispensáveis para aproveitar esse novo ciclo com responsabilidade e visão de futuro.

 

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